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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Pombo Coroado

(Goura victoria)

  

 

 

Classe: Aves

Ordem: Columbiformes

Família: Columbidae

 

Dimensões: aproximadamente 74 cm.

 

Distribuição Geográfica: Nova Guiné.

 

Habitat: Floresta, a baixa altitude.

 

Alimentação: sementes, bagas, frutos, insectos.

 

Reprodução: Os pombos coroados nidificam em arbustos e árvores a uma altura relativamente baixa. Preferem áreas de mata densa. É o macho que escolhe o local do ninho, sendo ele a transportar paus, raízes e outros materiais. A fêmea permanece no ninho aceitando-os e construindo-o. Estas aves são monógamas, acasalando para toda a vida. A postura é de um ovo apenas e, a incubação é efectuada por ambos, durante um período de aproximadamente 30 dias. As crias nascem quase peladas.

 

Comportamento:

Contrariamente a outras aves, os pombos e rolas, bebem submergindo o bico na água e sugando. Todas as espécies de pombos e rolas movimentam-se em bandos durante o dia, juntando-se também ao final do mesmo. Estas aves iniciam o coro de vocalizações antes de partirem para se alimentar e beber. De seguida voltam para os locais de descanso, onde passam parte do dia. À tarde, o bando volta a partir para se alimentar e beber, voltando ao fim do dia para os locais de descanso.

  

Curiosidades:

O nome desta ave é uma comemoração à monarquia inglesa, à rainha Victoria do Reino Unido.

O pombo coroado pertence ao género dos maiores pombos do mundo.

Durante a côrte nupcial, o casal efectua uma dança na qual ambos abanam a cabeça e, batem os bicos um no outro produzindo estalidos.

Produz um chamamento muito característico, semelhante ao som produzido por um sopro para o interior de uma garrafa.

 

Estatuto de conservação e factores de ameaça:

Vulnerável. CITES Anexo II

Para além de caçados pelas suas cristas, estes animais também são caçados pela sua carne. Desapareceram largamente perto de habitações humanas.

CB (Nascido em cativeiro)

 

Websites

http://en.wikipedia.org/wiki/Victoria_Crowned_Pigeon

http://www.eol.org/pages/1049833

http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/143741/0

http://nationalzoo.si.edu/Animals/Birds/Facts/FactSheets/fact-crownpigeon.cfm

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Zoológico de Lagos

http://www.zoolagos.com

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 14:11
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

B.I. do Sável

 

Figura 1 - Sável – Alosa alosa (Linnaeus, 1758) – sobre o fundo de um rio. Fotografia ref. [1.a].

 

Nome comum Sável

 

Nome científico - Alosa alosa (Linnaeus, 1758)

 

Hábitos e Habitat O sável pertence à família Clupeidae, na qual se incluem espécies como a savelha. De facto a semelhança morfológica entre ambas as espécies é notória. O sável é caracterizado por apresentar corpo fusiforme e comprimido lateralmente. As escamas são grandes, pouco aderentes, e prateadas. O dorso apresenta coloração azulada, e por vezes apresenta uma transição para o castanho ou esverdeado, enquanto os flancos são prateados. É geralmente bem visível uma mancha negra após o opérculo. Os adultos atingem o comprimento médio de 50 cm e um peso de 1,5kg. Excepcionalmente, em Portugal, foram capturados indivíduos desta espécie com 80 cm e com um peso de 5 Kg.

 

O sável encontra-se distribuído desde o sul da Península Ibérica até ao Norte de França e Ilhas Britânicas. Em Portugal, ocorre nas bacias hidrográficas dos rios Minho, Lima, Vouga, Mondego, Tejo e Guadiana. Esporadicamente, são capturados indivíduos de sável na bacia hidrográfica do rio Douro, embora actualmente aí não existam populações viáveis desta espécie, somente indivíduos erráticos.

 

Tal como a savelha, o sável é também um migrador anádromo – vive no meio marinho e reproduz-se em meio dulciaquícolas - e pode percorrer grandes distâncias para desovar. No meio marinho vivem a profundidades entre os 70 – 300 m de profundidade. No final do mês de Fevereiro os adultos aproximam-se dos estuários, agregando-se para dar início à subida dos rios no começo da Primavera, quando a temperatura da água varia entre 10ºC e 15ºC e o caudal é favorável. Os machos formam cardumes e são os primeiros a subir os rios, e só após cerca de duas semanas as fêmeas – cerca de um ano mais velhas do que os machos – seguirão os machos rio acima, chegando a percorrer mais de 700 Km desde a foz. Chegados ao local de eleição - com água bem oxigenada, substrato de cascalheira, e profundidade de cerca de 1,5 m - os cardumes de sável aguardam o cair da noite para desovar. O rodopiar das fêmeas seguidas por vários machos, produz um movimento ruidoso na água, conhecido entre os pescadores do Guadiana por “encharrique”. As posturas ficam à deriva, e os ovos eclodem decorridos 4 – 5 dias. Os adultos, que entretanto pararam de se alimentar durante a migração reprodutora, morrem na sua maioria após a reprodução apesar da tentativa de regressar ao mar. Só alguns sáveis conseguem realizar mais do que uma migração anádroma ao longo das suas vidas.

 

As larvas de sável recém-eclodidas medem apenas 6 – 8 mm, alimentando-se de zooplâncton. Ao atingirem os 5 – 6 cm de comprimento as larvas passam a denominar-se por alevins, e iniciam o regresso ao mar durante a noite, chegando aos estuários entre Agosto e Outubro. Permaneceram 4 a 5 meses em água doce. Enquanto alevins alimentam-se também de larvas de dípteros, crustáceos e de alguma matéria vegetal, além de zooplâncton. Os juvenis permanecem nos estuários durante um período de tempo variável, entre 4 a 6 meses, após o qual se dirigem para o mar. Alimentam-se de zooplâncton, crustáceos e de outros peixes.

 

No meio marinho, os juvenis crescem e preparam-se para a migração anádroma que se realizará entre os 2 – 5 anos de idade para os machos, e entre os 3 – 8 anos de idade para as fêmeas, assegurando a continuidade da espécie.

 

Tal como muitas das espécies de peixes migradores que ocorrem em Portugal, também o sável se encontra em perigo devido a várias actividades humanas. Esta espécie foi em tempos um recurso faunístico economicamente importante, e que se recuperado poderá voltar a ser sustentável.

 

Ana Caramujo Marcelino Canas

Bióloga Marinha

Coordenadora da Educação do Fluviário de Mora

 

Educação – Falas do Rio

Fluviário de Mora

www.fluviariomora.pt 

  

Bibliografia consultada

  1. Collares-Pereira, M. J.; Filipe, A. F.; da Costa, L. M. 2007. Os peixes do Guadiana. Que futuro?Guia de peixes do Guadiana português. Edições Cosmos. Chamusca. 294p.
  2. Vários, 2008. Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Assírio & Alvim/ICN, 659p.
  3. Vários, 2006. Plano Sectorial da Rede Natura 2000 – Vol. II - Valores Naturais - Peças escritas - Fichas de caracterização ecológica e de gestão: Habitats Naturais e Espécies da Flora e da Fauna. ICN
  4. Almaça, C. 1996. Peixes dos rios de Portugal. Edições Inapa, S.A. Lisboa. 129p.
  5. Bruno, S.; Maugeri, S. 1995. Peces de água dulce de Europa. Ediciones Omega, S. A. Barcelona. 209p.

Fotografia

[1.a] http://www.rios-galegos.com/pe5.htm 17-01-2011

 
Webgrafia consultada

1.1 http://www.fluviatilis.com/dgf/species.cfm?codspecies=aalo 17-01-2011

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Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011

Galinha

(Gallus gallus)

 

A galinha é uma ave que pertence à família dos Fasianídeos. Estas aves possuem bico pequeno, crista carnuda e asas curtas e largas. Os juvenis são chamados frangos, e os filhotes, pintos ou pintainhos.

 

A galinha tem uma enorme importância para o Homem sendo o animal doméstico mais difundido e abundante do planeta. Além da sua carne, as galinhas fornecem ovos. As penas também têm utilizações industriais.

 

As galinhas são aves omnívoras, tendo preferência por sementes e pequenos invertebrados, como é o caso das minhocas. A proximidade ancestral com o homem permitiu o cruzamento destinado à criação de diversas raças, adaptadas a diferentes necessidades.

 

Visite a exposição fotográfica no C. Informação / Bilheteira do Parque. De realçar que existem neste Parque 5 variedades diferentes de galinhas, duas das quais são raças autóctones (galinha-amarela e galinha-pedrês).


Conteúdo desenvolvido por:


QUINTA DA PAIVA
Parque Biológico da Serra da Lousã

3220-154 Miranda do Corvo
Telef. 239 538 444
Tlm. 915 361 527

www.parquebiologicodaserradalousa.net / www.adfp.pt

Espaços visitáveis do parque: Centro Hípico, Quinta Pedagógica, Labirinto de Árvores de Fruto, Parque Selvagem, Museu da Tanoaria e Museu Vivo de Artes e Ofícios Tradicionais.

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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Jiboia

(Boa constrictor)

 

  

Classe: Reptilia

Ordem: Squamata

Família: Boidae

 

Dimensões: 3 a 5 metros.

 

Distribuição Geográfica: desde a Argentina ao Norte do México.

 

Habitat: Floresta húmida, savana, mangais.

 

Alimentação: pequenos mamíferos, aves e répteis.

 

Reprodução: Esta espécie reproduz-se sazonalmente. A fêmea emite um sinal da cloaca para atrair o macho. Macho e fêmea juntam-se através das cloacas para que se dê a fertilização dos ovos. A fertilização é interna.

 

Comportamento:

É uma espécie nocturna e solitária.

Detecta as presas pela percepção do movimento. Matam por constrição, estrangulamento.

 

Curiosidades:

 A maior Jiboia jamais avistada tinha cerca de 5,5 m.

 

Estatuto de conservação e factores de ameaça:

CITES Anexo II.

A desflorestação e o tráfico ilegal são as principais ameaças à sobrevivência da espécie.

Nascido em cativeiro.

 

Websites

http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Boa_constrictor.html

http://nationalzoo.si.edu/Animals/ReptilesAmphibians/Facts/FactSheets/Boaconstrictor.cfm

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Zoológico de Lagos

http://www.zoolagos.com

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